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A atual situação educacional do Brasil

A educação sempre refletiu, aliada a outros fatores, o grau de desenvolvimento e de progresso social em uma determinada localidade. E, por essa razão, constitui um dos coeficientes utilizados no cálculo do chamado Índice de Desenvolvimento Humano (ou IDH), cuja variação num intervalo numérico de extremos 0 e 1 representa a evolução socioeconômica de uma dada dregião, sendo 0 o pior levantamento e 1, o mellhor. No caso do Brasil, segundo dados do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), esse índice é de 0,765, ocupando a 84ª posição em um conjunto de 189 países analisados pela ONU (Organização das Nações Unidas). Contudo, tendo visto a situação premente da questão educacional no País durante a pandemia da Covid-19, que acabou por fragilizar os grupos mais socialmente vulneráveis, fica claro que, apesar de o IDH conferir um excelente indicador humano aos brasileiros, a realidade não condiz com os números. Ademais, de acordo com um estudo realizado por um departamento da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) a pedido da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, a pandemia teve efeitos mais prejudiciais sobre os estudantes dos primeiros anos do ciclo acadêmico básico no Brasil, sendo a aprendizagem de matemática o maior entrave enfrentado por essas crianças. Esse é apenas um dos muitos casos que assinalam o déficit educacional brasileiro que cresceu nos últimos anos, o que, portanto, indicia a necessidade de uma intervenção por parte do poder público e da sociedade para coibir o avanço desse triste cenário.

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Dia do Convidado

No dia 23 foi realizado o "Dia do convidado", na ocasião, o companheiro e rotariano José Paulo Jabor realizou uma palestra que teve como teve curiosidades sobre o Rotary e Rotaract.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀Ao final da palestra foi realizado um companheirismo através de uma pizzada que foi elaborada pelo Aroldo.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀Agradecemos ao José Paulo Jabor pela disposição e agradecemos também a todos que estiverem presentes e puderam desfrutar e conhecer sobre a história da família rotária.

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Doação de Sangue

No dia 23 de outubro os Companheiros Passoni, Kayann, Serena e Marco, juntos com a Presidente da Casa da Amizade Fabiana, participaram de uma doação de sangue conjunta no Hemocentro da UNICAMP! A Ação foi elaborada pelo COMJUVE - Conselho Municipal da Juventude, que o Rotaract também faz parte, tendo dois conselheiros! Na Oportunidade, ainda tiveram um gostoso companheirismo com Isadora Possancini do Rotaract Club de Itaú de Minas.

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Baixa cobertura vacinal contra poliomielite no Brasil preocupa especialistas

Considerada erradicada das Américas em 1994, a poliomielite voltou ao radar de especialistas. Isso porque a taxa de cobertura vacinal no Brasil segue em queda. Atualmente, está em cerca de 60% do público alvo: crianças até cinco anos. A taxa está bem abaixo do nível considerado ideal pela Organização Mundial de Saúde (OMS): 95%. Solange Dourado de Andrade, pediatra, infectologista e coordenadora do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais do Amazonas (CRIE-AM), defendeu, em artigo divulgado com exclusividade para a CNN, que a “ampla cobertura vacinal segue sendo fundamental para manter o perigo dessa doença afastada, especialmente no período pós-Covid”. Para a médica, a ausência da poliomielite no país, onde o último caso diagnosticado foi em 1989, “pode levar a uma falsa sensação ou equívoco de que a doença não representa mais algum risco de infecção, assim como outras doenças imunopreveníveis”. No artigo, Solange aponta que, se não houver ampliação da cobertura vacinal, a tendência é que haja o retorno da doença, como ocorreu com o sarampo em 2018. “Nesse momento, não podemos correr risco de ver o retorno de doenças tão graves quanto à pólio, que conta com vacinas eficazes para preveni-la. Temos vivenciado queda nas coberturas vacinais após o ano de 2015. É primordial que se reúnam todos os esforços necessários para sensibilizar a população sobre a necessidade de manter o calendário vacinal atualizado”, afirmou a pesquisadora. Esse alerta já havia sido feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no início do ano. A entidade atribuiu a baixa cobertura vacinal contra a pólio e outras doenças imunopreviníveis, como o Sarampo, à campanha de desinformação sobre a importância da vacina, além dos impactos diretos das restrições de circulação causadas pela pandemia da Covid-19. Alerta da OMS A OMS também fez um alerta em relação ao risco do aumento do número de casos da doença no mundo e citou os casos da Nigéria, do Paquistão e Afeganistão, onde isto aconteceu. A agência da Organização das Nações Unidas para a Saúde apontou que os números da poliomielite aumentaram nos últimos três anos e alertou que esse crescimento faz com que todos os países sofram o risco de reintrodução da pólio. Para o pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Gabriel Oselka, enquanto houver casos ativos de poliomielite no mundo, a possibilidade de reintrodução existe e, por isso, há a extrema necessidade de coberturas vacinais elevadas no Brasil. Ele se mostrou preocupado com a volta à normalidade nos países, com o retorno da circulação sem restrições, e disse que a expectativa mundial de erradicação da doença não aconteceu como previsto. “Embora não tenhamos casos no país desde 1989, na medida que nossas coberturas vacinais eram sistematicamente elevadas, havia uma grande tranquilidade sobre o que poderia acontecer aqui, mesmo com a persistência de casos em alguns lugares no mundo. Havia uma expectativa real de que talvez nos anos 2000 a doença estaria erradicada no mundo todo, mas isso infelizmente não aconteceu e a doença segue em circulação em alguns lugares do mundo”, afirmou. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da OMS no continente, a maioria das infecções não produz sintomas. No entanto, entre 5% e 10% dos infectados podem apresentar quadro semelhante ao provocado por uma gripe comum. E, um a cada 200 contaminados pode apresentar paralisia permanente nos braços ou nas pernas, o que pode evoluir para a morte, na mesma proporção, em decorrência do comprometimento dos músculos respiratórios Os alertas, que têm sido recorrentes nos últimos dois anos são reforçados às vésperas do Dia Mundial de Combate à Poliomielite, que é celebrado em 24 de novembro, mostram a importância da vacinação contra o avanço de doenças infecciosas. Fonte: Iuri Corsini, CNN Brasil

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